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Dengue-Zika-Chikungunya-INFORMATIVO GRUPO ASA SP
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Dengue - Zika - Chikungunya

  

SAIBA MAIS SOBRE Dengue/Zika/Chikungunya:

UTILIDADE PÚBLICA – Grupo ASA Saúde Ambiental São Paulo

Bill Andersen (especialista em Pragas Urbanas)

 

(11)4149-4639/3427-2276/96424-9997(W. App-tim).

http://www.dasa.com.br

 

MINISTÉRIO DA SAÚDE - INFORMAÇÕES SOBRE O ZIKA VÍRUS

www.saude.gov.br

 

Aedes aegypti: Transmissor da Dengue/Zika/Chikungunya

ZICA VIRUS (em Inglês: Zika virus):

GÊNERO: Flavivirus

FAMÍLIA: Flaviviridae

 

O vírus da zica (em inglês, Zika virus) é um vírus do gênero Flavivirus. Em humanos, transmitido através da picada do mosquito Aedes aegypti, causa a doença também conhecida como zica - que embora raramente acarrete complicações para seu portador, apresenta indícios de poder causar microcefalia congênita (quando adquirido por gestante, e prejudicar o feto em alguns casos). O nome Zica tem sua origem na floresta de Zika, perto de Entebbe na República de Uganda, onde o vírus foi isolado pela primeira vez em 1947. É relacionado aos vírus da dengue, da febre amarela e encefalite do Nilo, os quais igualmente fazem parte da família Flaviviridae.

 

Atualmente, a América Latina vem enfrentando um surto de vírus da zica. Suspeita-se que a entrada do vírus no Brasil tenha se dado durante a Copa do Mundo de 2014, quando o país recebeu turistas de várias partes do mundo, inclusive de áreas tropicais atingidas de forma mais intensa pelo vírus, como a África — onde surgiu — e a Polinésia Francesa na Oceania. No primeiro semestre de 2015, já havia casos confirmados em estados de todas as regiões do país. Com sintomas mais brandos que os da dengue e os da febre chikungunya (doenças também transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti), a zica chegou a ser inicialmente ignorada pelas autoridades de saúde; porém há evidências de que a infecção pelo vírus da zica está associada a casos mais graves, como microcefalia congênita e síndrome de Guillain-Barré, que, embora continuem sendo condições raras, aumentaram de maneira incomum no país no ano de 2015.

 

Outras doenças podem provocar problemas na formação do feto, sobretudo se adquiridas pela gestante nos três primeiros meses de gestação. Rubéola, toxoplasmose, sífilis e infecções causadas pelo citomegalovírus são as principais causas da microcefalia. Existem também outras causas, como o uso de drogas, consumo excessivo de álcool e exposição a produtos químicos. A microcefalia pode ocorrer em decorrência de todas elas. Existem ainda poucos casos comprovados cientificamente da relação entre o zika e a microcefalia. Por enquanto, há muitos casos inferidos (sintomas similares aos do zika, mas sem comprovação por teste de material genético).

 

Embora a dengue e a chikungunya sejam também febres causadas por um arbovírus, como a zika, nunca se estabeleceu (de acordo com a OMS) nenhuma relação entre a infecção por essas doenças e o nascimento de bebês com microcefalia congênita.

 

A febre por vírus zica é transmitida principalmente pela picada dos mosquitos do genero Aedes. Pode também ser potencialmente transmitida por contacto sexual e transfusões de sangue. A doença pode também ser transmitida de mãe para filho durante a gravidez e causar microcefalia. O diagnóstico é feito com análises ao sangue, urina ou saliva, que detectam a presença do ARN do vírus quando a pessoa está doente.

 

A prevenção envolve a diminuição das picadas dos mosquitos em áreas onde ocorre a doença.

Entre as principais medidas estão a utilização de repelente de insetos, cobrir a maior parte do corpo com roupa, redes mosquiteiras e eliminação de águas estagnadas onde os mosquitos se reproduzem. Não existe vacina eficaz.

 

As autoridades de saúde recomendam que as mulheres nas áreas afetadas por surtos considerem adiar a gravidez e que as grávidas não viajem para áreas onde estejam a ocorrer surtos. Embora não exista tratamento específico, o paracetamol pode ajudar a aliviar os sintomas. Raramente é necessário tratamento hospitalar.

 

O vírus que causa a doença foi isolado pela primeira vez em 1947. O primeiro surto documentado entre pessoas ocorreu em 2007 nos Estados Federados da Micronésia. À data de janeiro de 2016, a doença ocorria em vinte regiões do continente americano. Há também ocorrências conhecidas na África, Ásia e Pacífico. Devido a um surto que teve início no Brasil em 2015, a Organização Mundial de Saúde declarou em fevereiro de 2016 a febre por vírus zica uma emergência de saúde pública global.

 

O vírus Zika é transmitido por meio da picada do mosquito Aedes aegypti. A principal ação de combate ao mosquito é evitar sua reprodução. O Aedes aegypti se prolifera nos locais onde se acumula água. Por isso, é importante não deixar recipientes expostos à chuva, além de tampar caixas d’agua e piscinas. Recomenda-se também a instalação de telas de proteção em janelas e portas e o uso de repelentes.

 

SINTOMAS

Febre, coceira, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor no corpo e nas juntas e manchas vermelhas pelo corpo. Para maiores esclarecimentos, o médico deverá ser consultado.

Fonte: www.saude.gov.br -  http://portalsaude.saude.gov.br/

 

REPELENTES ACONSELHÁVEIS:

Para Zika Virus a primeira providência é acertar na escolha do repelente. Conforme divulgado pelo Ministério da Saúde, as três substâncias capazes de afastar o mosquito Aedes aegypti –

o vetor da doença – são: Icaridina, IR3535 (etil butilacetilaminopropionato) e

DEET (dietiltoluamida).

 

Há diversas fórmulas que contêm um desses ingredientes, que podem ser utilizadas com ressalvas. As grávidas, por exemplo, requerem aval do obstetra e, se optarem pelo DEET, a concentração da substância deve ser de 10% a 50%.

 

Proteção para as crianças

 

A idade do seu filho precisa ser levada em conta. Antes dos 6 meses, infelizmente, nenhum composto pode ser usado com segurança. Além de a pele do bebê ser sensível, sua área corporal é pequena, o que faz com que o produto seja absorvido muito rapidamente, podendo provocar intoxicação. “Nessa fase, o melhor é colocar telas nas janelas, usar repelente de tomada, desde que afastado do berço”, sugere a infectologista Patricia Longo, do Hospital e Maternidade Brasil e do Hospital Assunção (SP). Cobrir braços e pernas com roupas claras, soltas e de tecidos encorpados ajudam a manter o inseto à distância.

 

Mesmo após os primeiros seis meses de vida, nem todos os repelentes são liberados – aliás, até os 2 anos, as alternativas são poucas, normalmente à base de IR3535. Por isso, verifique a indicação etária no rótulo e, claro, converse sempre com o pediatra da criança.

 

Diante das circunstâncias emergenciais, alguns médicos estão liberando o uso de icaridina já a partir de 1 ano, embora a recomendação oficial seja após os 2. As vantagens desse princípio ativo é que ele tem o maior tempo de duração na pele – de até 10 horas, segundo o fabricante. “Entretanto, só o médico é capaz de ponderar os riscos e os benefícios, especialmente em áreas com surto de zika vírus”, opina Patricia, acrescentando que existem órgãos internacionais que respaldam a utilização precoce (nunca antes dos 6 meses, que fique claro). No entanto, ela alerta que, nesse caso, os pais devem ficar atentos e impedir que a criança coloque as mãos com o produto na boca. Já se a escolha para proteger seu filho for o DEET, sua concentração deve ser de, no máximo, 10%, segundo orienta a Anvisa. Na hora de adquirir o repelente, cuidado, pois a concentração do ativo pode variar conforme a apresentação: gel, loção, aerossol ou spray.

 

Quanto passar?

 

Não exagere na frequência de aplicações que, especialmente em grávidas e crianças, não pode ultrapassar três vezes ao dia. Esse, aliás, é outro dilema. Recentemente, um experimento realizado pela Proteste com 10 marcas de repelente revelou que eles não garantem a proteção em horas prometida no rótulo. Por exemplo: o principal produto à base de icaridina, que teve o melhor desempenho em eficácia, protege por quase 3 horas — e não pelas 10 horas descritas. Enquanto os fabricantes não se pronunciam a respeito, porém, os usuários não devem intensificar a frequência de aplicação.

 

Na dúvida, Patricia Longo lembra que o mosquito tem hábitos diurnos, portanto, os períodos da manhã e da tarde são os que exigem atenção redobrada no uso do repelente. “Na hora de dormir, em contrapartida, ele não é indicado. O melhor é lançar mão do aparelho de tomada e das telas”, reforça.

 

Cuidados na aplicação

 

Outro detalhe que faz a diferença na proteção é colocar a fórmula em suas mãos e depois espalhá-la, por igual, nas áreas expostas do seu corpo ou do seu filho, salvo nas mãos — a exceção vale principalmente para os bebês, que costumam levá-las à boca. Depois, lave bem as suas.

 

Evite o contato com olhos, nariz e boca. Atenção: os repelentes não devem ser passados nas áreas cobertas pela roupa, já que isso aumenta o risco de reações. Mas podem ser aplicados por cima, especialmente se você tiver dúvidas se o tecido é capaz de barrar o mosquito.

Fonte:http://revistacrescer.globo.com/Criancas/Saude/noticia/2015/12/repelente-contra-o-zika-opcoes-e-o-jeito-certo-de-usar.html

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febre chikungunya

 

A febre chikungunya, chamada em português de febre chicungunha,  é uma doença provocada por um vírus, que apresenta sintomas semelhantes aos da dengue, tais como febre alta, dores pelo corpo, dor de cabeça, cansaço e manchas avermelhadas pelo corpo. Felizmente, a febre chicungunha não provoca complicações hemorrágicas, sendo, portanto, uma infecção menos fatal que a dengue.

* em Angola, a febre chikungunya é popularmente chamada de catolotolo.

 

A febre chicungunha pode ser transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, os mesmos que transmitem o vírus da dengue e da febre amarela, motivo pelo qual essa virose conseguiu recentemente chegar ao Brasil.

 

Neste artigo vamos fazer uma revisão sobre a febre chikungunya, incluindo sintomas, formas de transmissão, diagnóstico e tratamento. Vamos explicar também como o vírus Chikungunya chegou ao Brasil.

 

Se você procura informações sobre a outras doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, acesse os seguintes artigos:

 

A febre chicungunha é uma infecção transmitida pelo vírus Chikungunya (CHIKV), que é um arbovírus, ou seja, um vírus transmitido por artrópodes. No caso específico da febre chicungunha, o artrópode que transmite o vírus são os mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.

 

Portanto, a febre chicungunha, assim como tantas outras, é uma doença transmitida pela picada de determinados mosquitos. Exceto situações específicas que serão explicadas mais abaixo, não há transmissão do CHIKV diretamente de uma pessoa para outra. Você pode conviver, abraçar, apertar as mãos e até beijar uma pessoa contaminada que não há risco de contágio.

 

Assim como o ocorre na dengue, o Aedes aegypti e o Aedes albopictus não conseguem transmitir o vírus Chikungunya imediatamente após a sua contaminação. Quando o mosquito pica alguém infectado pela febre chicungunha, o sangue contaminado entra pelo seu sistema digestivo e é absorvido. A partir daí, o vírus passa a se replicar dentro do organismo do inseto, só indo aparecer nas glândulas salivares após alguns dias. Esse intervalo de tempo necessário para o mosquito contaminado tornar-se um mosquito contaminante é chamado de período de incubação extrínseco.

 

O período de incubação extrínseco do vírus Chikungunya é de cerca de 10 dias. Todavia, este período pode variar. Em geral, quanto mais quente for a temperatura do ambiente, mais curto é o período de incubação extrínseco. Em locais onde a temperatura ambiente é baixa, o mosquito pode morrer antes que o período de incubação extrínseco esteja completo, o que justifica a maior incidência da doença em áreas tropicais.

 

A transmissão através da picada de mosquito é responsável por praticamente todos os casos de febre chicungunha. Porém, há outras formas possíveis de se contaminar com o CHIKV. Uma delas é a chamada transmissão vertical, que ocorre da mãe para o bebê durante o parto. Até onde sabemos, o vírus Chikungunya não causa má-formações no feto, pois, aparentemente, a transmissão não ocorre dentro útero, mas sim no momento do parto, seja ele natural ou por cesariana.

 

 

 

Os recém-nascidos contaminados costumam desenvolver a doença entre 3 a 7 dias, e o quadro clínico costuma ser bem mais grave que nos adultos. Não há evidências de que o CHIKV possa ser transmitido pelo aleitamento materno.

 

Outra forma possível de contaminação é através do contato com sangue de pacientes infectados. Acidentes com agulhas contaminadas ou transfusão de sangue são vias potenciais. O transplante de órgãos também é forma possível de transmissão do vírus.

 

FEBRE CHIKUNGUNYA NO BRASIL

 

O vírus Chikungunya foi reconhecido pela primeira vez na década de 1950 após um surto da doença na Tanzânia, na África oriental. Desde então, a doença foi reconhecida em vários países da África e do sudeste asiático, ficando restrita a estas regiões por décadas.

 

Porém, em 2006 estudos identificaram uma mutação no CHIKV, que tornou mais fácil a sua transmissão através do Aedes albopictus. Desta forma, vários países do mundo, incluindo os EUA e o sul da Europa, passaram a ter 2 espécies de Aedes com grande capacidade de transmissão do vírus Chikungunya. Como tanto o Aedes aegypti quanto o Aedes albopictus encontram-se presente por praticamente todo o continente americano, sabia-se que era uma questão de tempo para que a doença chegasse e se espalhasse por essas bandas.

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DENGUE  -  O que é Dengue?

 

Dengue é uma doença infecciosa febril causada por um vírus e transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, principal mosquito vetor.

 

A doença é típica de áreas tropicais e subtropicais, onde as condições socioambientais favorecem o desenvolvimento do Aedes aegypti​. A dengue ocorre em todos os continentes, exceto na Europa.

 

A palavra "dengue" tem origem espanhola e significa "manha", "melindre", referindo-se ao estado em que se encontra o indivíduo doente.

 

O agente etiológico da dengue é um Arbovírus (vírus transmitido por inseto) do gênero Flavivírus, pertencente à família Flaviviridae, do qual existem quatro variações ou sorotipos: Den-1, Den-2, Den-3 e Den-4. A pessoa infectada fica imunizada definitivamente contra o tipo de vírus que contraiu e temporariamente contra os demais.

 

Tipos de Dengue - Existem duas formas ou tipos de dengue:

 

Dengue Clássica: Geralmente apresenta sintomas como febre, dor de cabeça, dores no corpo, nas articulações e atrás dos olhos, náuseas e vômitos. Normalmente tem evolução benigna e raramente provoca a morte do doente;

 

Dengue Hemorrágica (Febre Hemorrágica do Dengue/Síndrome do Choque do Dengue):​ É a forma mais grave da da doença. Além dos sintomas da dengue clássica, há tendência para hemorragias, intensas dores abdominais, palidez cutânea, pele pegajosa e fria, agitação, sonolência, dificuldade respiratória, pulso rápido e fraco, podendo causar choque e levar à morte.

Transmissão da Dengue

A transmissão da dengue ocorre através da picada do Aedes aegypti. Depois de picar alguém infectado, o mosquito fica apto a transmitir o vírus após 8 a 12 dias de incubação.

 

Pode ocorrer também a transmissão mecânica, quando a picada é interrompida e o mosquito alimenta-se imediatamente de um hospedeiro suscetível que está próximo.

 

A transmissão não ocorre por contato direto com o doente ou com suas secreções, nem por meio de fontes de água ou alimento.

 

O período de encubação da dengue varia entre 3 e 15 dias (5 a 6 dias, em média).

 

Não existe um tratamento específico para dengue, sendo que as medidas terapêuticas visam apenas a manutenção do estado geral do doente e alívio dos sintomas.

 

Derivados do ácido acetilsalicílico são contraindicados para combater a dor e a febre, pois podem provocar sangramentos. O uso de anti-inflamatórios não hormonais também é contraindicado. O paracentamol ou a dipirona​ são os medicamentos indicados no tratamento.

 

 

DENGUE – Perguntas e Respostas:

 

Como a dengue pode ser transmitida?

 

A transmissão se faz pela picada dos mosquitos Aedes aegypti, no ciclo ser humano – Ae. aegypti – ser humano. Foram registrados casos de transmissão vertical (gestante - bebê) e por transfusão sanguínea.

 

Quando o vírus da dengue circulante no sangue de uma pessoa em viremia (geralmente um dia antes do aparecimento da febre até o sexto dia da doença) é ingerido pela fêmea do mosquito durante o repasto, o vírus infecta o mosquito e após um período de oito a doze dias de incubação, pode ser transmitido para outras pessoas durante futuros repastos. O mosquito permanece infectado por toda a vida (6 a 8 semanas).

 

O período de incubação no homem varia de 4 a 10 dias, sendo em média de 5 a 6 dias. Após este período surgem os sintomas da doença.

 

Quais os sintomas?

 

A infecção por dengue pode ser assintomática ou causar doença cujo espectro inclui desde formas oligossintomáticas até quadros graves com choque com ou sem hemorragia, podendo evoluir para o óbito.

 

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39° a 40°C) de início abrupto que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e prurido cutâneo. Perda de peso, náuseas e vômitos são comuns. Nessa fase febril inicial da doença pode ser difícil diferenciá-la de outras doenças febris, por isso uma prova do laço positiva aumenta a probabilidade de dengue.

 

No período de diminuição ou desaparecimento da febre, geralmente entre o 3º e 7º dia da doença alguns casos irão evoluir para a recuperação e cura da doença, porém outros podem apresentar sinais de alarme, evoluindo para forma graves da doença.

 

A forma grave da doença inclui:

É todo caso de dengue que, no período de defervescência da febre apresenta um ou mais dos seguintes sinais de alarme:

  • Dor abdominal intensa e contínua, ou dor a palpação do abdomen
  • Vômitos persistentes
  • Acumulação de líquidos (ascites, derrame pleural, pericárdico)
  • Sangramento de mucosas
  • Letargia ou irritabilidade
  • Hipotensão postural (Lipotímia)
  • Hepatomegalia maior do que 2 cm
  • Aumento progressivo do hematócrito

 

Como saber se estou desenvolvendo a forma grave da doença?

 

Entre o 3º e 7º dia de doença, a febre costuma diminuir ou desaparecer, é neste período que alguns sinais demonstram que o quadro pode estar se agravando, eles são chamados de sinais de alarme, e geralmente antecedem o choque, são eles: sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, letargia, sonolência ou irritabilidade, hipotensão e tontura.

 

O choque ocorre quando um volume crítico de plasma é perdido através do extravasamento, e caracteriza-se por pulso rápido e fraco, diminuição da pressão de pulso (diferença entre as pressões sistólica e diastólica, ≤ 20 mm Hg em crianças. Em adultos esse valor indica choque mais grave), extremidades frias, demora no enchimento capilar, pele pegajosa e agitação. Alguns pacientes podem ainda apresentar manifestações neurológicas, como convulsões e irritabilidade. O choque é de curta duração e pode levar ao óbito em 12 a 24 horas ou à recuperação rápida, após terapia antichoque apropriada.

 

Se houver a presença de sinais de alarme ou de choque a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde.

 

O que fazer se estiver com os sintomas de dengue?

 

Procurar o serviço de saúde mais próximo, fazer repouso e ingerir bastante líquido, pode ser água, sucos, soro caseiro ou água de côco. Retornar ao serviço de saúde para ser reavaliado.

 

Na presença de sinais de alarme e choque procurar imediatamente atendimento em unidade hospitalar.

 

Existe medicamento específico para combater ou prevenir a doença?

 

Não existem medicamentos específicos para combater o vírus ou prevenir que a pessoa adoeça. Toda pessoa com suspeita de dengue deve procurar um serviço de saúde.

 

 

Como evitar?

 

Não existem medidas de controle específicas direcionadas ao homem, uma vez que não se dispõe de nenhuma vacina ou drogas antivirais. Atualmente, o único elo vulnerável da cadeia epidemiológica do dengue é o mosquito. Assim, o controle está centrado na redução da densidade vetorial, como por exemplo, mantendo o domicílio sempre limpo, eliminando os possíveis criadouros.

 

Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia quando os mosquitos são mais ativos proporciona alguma proteção às picadas dos vetores da dengue e podem ser adotadas principalmente durante surtos. Repelentes podem ser aplicados na pele exposta ou nas roupas. Os repelentes devem conter DEET, IR3535 ou Icaridin. Os repelentes devem ser utilizados em estrita conformidade com as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção pra aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos).

 

Para redução das picadas por mosquitos em ambientes fechados, recomenda-se o uso de inseticidas doméstico em aerossol, espiral ou vaporizador. Instalação de estruturas de proteção no domicílio como tela em janelas e portas também podem reduzir as picadas.

 

Quais são os exames necessários em caso de suspeita?

 

Hematócrito, contagem de plaquetas e dosagem de albumina são os mais importantes para o diagnóstico e acompanhamento dos pacientes com dengue, especialmente os que apresentarem sinais de alarme, sangramento, e para pacientes em situações especiais, como criança, gestante, idoso (>65 anos), portadores de hipertensão arterial, diabetes melitus, asma brônquica, alergias, doenças hematológicas ou renais crônicas, doença grave do sistema cardiovascular, doença ácido-péptica ou doença autoimune.

 

Exames específicos podem ser realizados para identificar qual o vírus que está causando a doença ou para saber se a pessoa teve contato com o vírus. As técnicas são variadas, as mais empregadas são: isolamento viral, PCR, NS1 e sorologia IgM . As amostras para cada exame são colhidas em diferentes fases da doença.

 

É importante destacar que quando ocorre uma epidemia, não é indicada a confirmação de todos os casos suspeitos por exame laboratorial. A maior parte dos casos serão confirmados por critério clínico-epidemiológico.

 

Como denunciar os focos do mosquito?

 

As ações de controle da dengue ocorrem principalmente na esfera municipal. Quando o foco do mosquito é detectado, e não pode ser eliminado pelos moradores de um determinado local, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada.

 

Onde posso encontrar dados sobre a doença no país?

 

Os dados sobre a doença no país estão disponibilizados no menu lateral em “Situação Epidemiológica/dados”.

 

Sou profissional de saúde e quero notificar um caso, como proceder?

 

A dengue é uma doença de notificação compulsória, conforme estabelecido na Portaria 104 de 2011. Todo caso suspeito deve ser notificado utilizando a ficha de notificação do Sinan.

 

Os óbitos e casos graves são de comunicação imediata, ou seja, devem ser comunicados em até 24 horas para a esfera superior a da unidade de saúde que tenha atendido o caso. Na impossibilidade de fazê-lo, utilizar os seguintes canais de comunicação com o Ministério da Saúde: correio eletrônico notifica@saude.gov.br  e o Disque Notifica: 0800-6446645, posteriormente estes casos devem ser incluídos no Sinan.

Fonte: http://www.mdsaude.com/2014/11/febre-chikungunya.html

 

O Grupo ASA Saúde Ambiental São Paulo acredita que esses artigos devem ajudar muitas pessoas a preservarem a saúde de toda a sua família e amigos! Todavia se houver alguma dúvida a mais, podem nos contatar pelos canais à seguir: (11)4149-4639/3427-2276/96424-9997(What’s App-tim)  http://www.dasa.com.br

Grupo ASA Brasil: (11)4119-0219/97915-1919(Whats App)

 

Dengue-Zika-Chikungunya-INFORMATIVO GRUPO ASA Saúde Ambiental SP. 

por: Bill Andersen (especialista em Pragas Urbanas)

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